A cerimônia em homenagem a Oxossi (correspondente a São Sebastião no sincretismo) da IEED-SP ocorreu, como de costume, no dia 20 de janeiro. Como a data apontou um fim de semana, a cerimônia teve início no dia 20, continuou no dia 21 – quando foi aberta para os Assistentes – e teve seu encerramento no dia 22, apenas com membros da Auréola.

Tendo “Desinfecção” como Valor e “Mata” como Natureza Positiva, a cerimônia foi realizada no Templo de Iemanjá (Jd. Colibri).

A cerimônia de São Sebastião recolhe, por meio de Júpiter, no Mundo Santifical, o que a terra manda para o carma geral no mês de dezembro, e emana para a terra de volta.

No sábado, dia 20, o Il. Mata Virgem se fez presente por meio do diretor espiritual da IEED-SP, Revdo. Sérgio F. Rangel, para dirigir os trabalhos. Assim que se apresentou aos membros da Aréola, a entidade já falou um pouco sobre o que a cerimônia traria aos seus participantes: “Meus filhos, essa cerimônia coloca em ordem a saúde física, psíquica e mental de cada um de vocês. Que cada um saia daqui forte, alimentado. Não só individualmente, mas que cada um seja um foco de luz”. Lembrando que a cerimônia alimentava não só os membros da IEED, mas também a humanidade como um todo, Il. Mata Virgem ainda continuou: “Não tem utilidade uma cerimônia de Estrela D’Alva ficar restrita aos filhos que estão aqui. Ela tem que ser expandida. Essa energia precisa ser colocada em prática. (…) Os filhos que vão a hospitais ou visitar uma pessoa doente, lembrem-se dessa cerimônia. Que cada um seja um pólo de força física”.

Na sequência, o diretório artístico prestou uma linda homenagem à ocasião. Algumas germinativas encenaram “Yamandu”, cuja tradução é “Morro da Saudade”. “O Sol nasce com seus raios e sua sabedoria. Nosso Pai Supremo olha pra nós. Nossa Mãe Suprema olha pra nós”, dizia o inspirador texto de apresentação da encenação.

A representatividade da homenagem e a similaridade com a realidade indígena ficaram claras nas palavras do Il. Mata Virgem na sequência: “As mulheres da tribo dançavam e traziam as pessoas para a dança. Naquele momento, elas traziam a fertilidade da moça à mulher adulta”.

No domingo, dia 21, o Il. Ogum Megê, também por meio do Revdo. Sérgio F. Rangel, abrilhantou ainda mais o fim de semana especial com sua presença. Logo, ele proferiu palavras que exaltaram a importância dos médiuns na cerimônia: “Cada um de vocês é uma força, cada um de vocês tem uma responsabilidade”. Assim, os trabalhos com os membros da Auréola e os Assistentes foram acontecendo ao longo do dia.

Mais tarde, os momentos próximos ao encerramento da cerimônia foram marcados por mais uma “visita” de Il. Mata Virgem, que tratou de fazer suas considerações finais a todos. “Neste momento, que a força da saúde, dos bons pensamentos, esteja com cada um de vocês. Que tenham a cura magnética, cura psíquica. Que os doente possam, nesse encerramento, ser alimentados pela força pura de Oxossi. Que Wandú os alimente”, disse Ele.

Então, o diretório artístico foi convidado novamente a prestar sua homenagem a Oxossi com “Yamandu”, dessa vez, com a presença dos Assistentes como plateia.

Quando todos já estavam no Templo Esotérico para o encerramento daquela parte da cerimônia, foi a vez de Janaína, entidade que se fez presente por meio da Revda. Ana Cristina Mussi, brindar a todos com seus dizeres. “Venho das águas. Ajudei, curei, encaminhei. Que esse trabalho seja recebido por todos”, bradou Ela.

Hosanas a Oxossi. Hosanas a Estrela D’Alva.

Veja algumas fotos da cerimônia: