Terça-feira, 14 d agosto de 2018 – segunda terça-feira do Mês do Médium e, consequentemente, dia da segunda palestra sobre Mediunidade.

Desta vez, diferente da primeira semana do mês, um médium de incorporação foi o escolhido para ministrar sua fala antes da cerimônia do dia. Esse médium é o Irmão de Umbanda Marcelo Capucci.

Chamado pela Presidente Maria Estela Abade para ir à frente do público, Marcelo cumprimentou a todos, apresentou-se e começou dizendo que frequenta a Irmandade desde 2003. Aliás, no decorrer de sua fala, Marcelo mostrou que tem uma história muito bonita com a IEED. Vamos falar um pouco sobre ela:

O Irmão comentou que ele e sua esposa ficaram sabendo sobre a Irmandade por meio de um casal de amigos que falava sobre a Casa. Algum tempo depois de ouvir seus amigos, Marcelo foi pela primeira vez a uma cerimônia na IEED. O Iluminado Ogum Megê era a entidade que comandava os trabalhos na ocasião. Além de falar com o Iluminado, Marcelo ainda foi chamado para tirar conselhos com ele ao final da cerimônia, e assim o fez.

“Me tornei assistente, me associei; frequentava trabalhos, cerimônias, fui um bom assistente”, comenta ele, sobre seu envolvimento com a Irmandade.  Desse envolvimento, começou a ter suas percepções sobre a Mediunidade. “Para mim, Mediunidade combina com Sensibilidade. A Mediunidade parte da Sensibilidade”, diz ele.

Certo tempo depois, quando percebeu que estava bastante envolvido com os trabalhos, Marcelo entrou para a Auréola. Em seu primeiro dia como membro da Escola, o Iluminado Ogum Megê lhe deu a incumbência de ser Auxiliar de Guia. “O Auxiliar de Guia tem  que prestar a atenção no trabalho para executar sua função, mas tem a Sensibilidade pra saber distinguir e deixar ‘tudo lá’, não levar nada do que ouve consigo”, diz ele, sobre seu aprendizado na função e em resumo ao que pensa sobre o começo de sua Mediunidade, que hoje é evoluída. “O tempo passou, atualmente sou médium de incorporação e não tem um dia, um trabalho, que eu não aprenda nada. Nenhum trabalho é igual ao outro. Sempre vejo e aprendo coisas diferentes. Isso é importante, sabemos que sempre vai ser diferente”, afirma o Irmão, que complementa: “Durante a realização dos trabalhos, você vai adquirindo conhecimento.”

Além de tudo o que aprendeu e evoluiu, Marcelo conta algo admirável que vivenciou na IEED. Segundo ele, sete dias depois que sua mãe faleceu por conta de uma doença, em uma cerimônia na Irmandade, uma reverenda fez uma oração pela alma dela. No mesmo momento, Marcelo sentiu um profundo alívio no peito. “Naquela hora, senti que minha mãe tinha descansado. (…) Percebi isso porque já tinha certa sensibilidade”, ele justifica.

Em relação à Irmandade, Marcelo faz questão de agradecer a Casa que o acolheu tão bem: “Devo bastante à Irmandade… pela minha família, pelas coisas que conquistei na vida depois que entrei para a IEED… pelos acertos, pelos erros…”

E essa é a história bonita do Irmão Marcelo com a IEED – e com a Mediunidade. Uma história que, apesar de já ser inspiradora, ainda está acontecendo.

 

Hosanas à Mediunidade, Hosanas à Irmandade Espiritual Estrela D’Alva